Defesa Comercial20 de dezembro de 2018

Produtores de Santa Catarina pedem mais medidas para contrabando de alho

Autor

Imprensa ANAPA

Produtores de Santa Catarina pedem mais medidas para contrabando de alho

A Associação Catarinense dos Produtores de Alho (ACAPA) reuniu-se com o Governo Estadual para solicitar fiscalização rigorosa contra o contrabando na fronteira e prorrogação de custeios.

O presidente da Associação Catarinense dos Produtores de Alho (ACAPA), Everson Tagliari, se reuniu com representantes do Governo Estadual para discutir a adoção de medidas de fiscalização contra o contrabando de alho na fronteira catarinense. Na oportunidade, o presidente solicitou a prorrogação dos custeios de financiamento dos agricultores.

A audiência, conduzida pelo presidente da Câmara Setorial, Itamir Gasparini, contou ainda com a participação de representantes da indústria de polpa do alho e empacotamento, da superintendente do MAPA, da CIDASC, do secretário de agricultura de Curitibanos e do vice-prefeito de Lontras (SC), Rubens dos Santos.

Fiscalização de Fronteira

Os produtores reivindicaram maior fiscalização nas fronteiras e o cumprimento da portaria 242, assim como o combate ao contrabando de alho do exterior. O produto chega ao país em sacões e sem nenhum padrão de classificação, o que derruba os preços e dificulta a produção catarinense.

Rastreabilidade e Qualidade

Além do reforço na fiscalização, os produtores propuseram a rastreabilidade do alho importado, exigindo padrões de qualidade, rotulagem e origem, tal como acontece com o alho produzido no Brasil.

Uma forma proposta pelos produtores é que o alho nesta safra seja vendido em pacotes fechados, e não por quilo como de costume. “O alho brasileiro pode ser armazenado por muito tempo dessa maneira, diferente do alho argentino que só dura 2 a 3 dias nessas condições”, afirmou o presidente da ACAPA.

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